«Perguntou-me o que é que eu escrevia nos livros. Respondi-lhe que me escrevia a mim. Escrevo-me. Escrevo o que existo, onde sinto, todos os lugares onde sinto. E o que sinto é o que existo e o que sou. Escrevo-me nas palavras mais ridículas: amor, esperança, estrelas, e nas palavras mais belas: claridade, pureza, céu. Transformo-me todo em palavras.» José Luis Peixoto
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sábado, 25 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
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