«Perguntou-me o que é que eu escrevia nos livros. Respondi-lhe que me escrevia a mim. Escrevo-me. Escrevo o que existo, onde sinto, todos os lugares onde sinto. E o que sinto é o que existo e o que sou. Escrevo-me nas palavras mais ridículas: amor, esperança, estrelas, e nas palavras mais belas: claridade, pureza, céu. Transformo-me todo em palavras.» José Luis Peixoto
Mostrando postagens com marcador distância. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador distância. Mostrar todas as postagens
sábado, 19 de maio de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)