«Perguntou-me o que é que eu escrevia nos livros. Respondi-lhe que me escrevia a mim. Escrevo-me. Escrevo o que existo, onde sinto, todos os lugares onde sinto. E o que sinto é o que existo e o que sou. Escrevo-me nas palavras mais ridículas: amor, esperança, estrelas, e nas palavras mais belas: claridade, pureza, céu. Transformo-me todo em palavras.» José Luis Peixoto
Mostrando postagens com marcador RV497. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador RV497. Mostrar todas as postagens
sábado, 17 de março de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)